não, não é por vaidade
dói
durante toda a madrugada
pinçando as letras, juntando as palavras
sendo vil comigo mesma, piorando tudo
com medo de não conseguir, com medo
de ser tudo tolice, e é
tudo tolice, tudo por essa estúpida carência de
querer ser
ser aquilo que disse que seria
atrás dos elogios que não vieram
quando ainda era tempo


Fernanda Young in Aritmética

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