BILHETE Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se me queres, enfim, tem de ser bem devagarinho, Amada, que a vida é breve, e o amor mais breve ainda... Mário Quintana
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Era uma dessas pocilgas com prostitutas velhas e no subterrâneo de uma sapataria. Lá, minha Flor. Tocava Blues! O único lugar nesta cidade onde existia o verdadeiro Blues. Lá, os músicos eram verdadeiros alcoólatras. Lá, as pessoas se deitavam no chão e escoravam na parede para não cair.. de bêbadas e entorpecidas de zuca, enquanto apreciavam a música. Lá, as pessoas eram tristes, mas lá e somente lá, essas pessoas dançavam. Lá elas podiam revidar toda a dor da vida. Elas tinham a noite como refúgio. A noite esconde os defeitos do ser, Amada. Lá, as pessoas não tinham mais vergonha dos seus vícios. De seus desejos sexuais exagerados, de roubar, de mentir, de bater na mãe. Lá, podiam zombar da vida. Lá não importava. Por isto, Princesa. Te digo, teu lugar é aqui, sentada no meu pau.
não, não é por vaidade dói durante toda a madrugada pinçando as letras, juntando as palavras sendo vil comigo mesma, piorando tudo com medo de não conseguir, com medo de ser tudo tolice, e é tudo tolice, tudo por essa estúpida carência de querer ser ser aquilo que disse que seria atrás dos elogios que não vieram quando ainda era tempo Fernanda Young in Aritmética

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